16Bit

16bit

Dizem por aí que dubstep é o futuro. Eu cá acho que pior do que não conhecer o segmento-alvo e, consequentemente, o mercado-alvo é tentar influenciá-lo a todo o custo. Gostos são gostos e eu também já ando a estudar marketing a mais.

Deixo-vos 16Bit, banda formada por DRT e Kidnappa, que estão neste momento em tour a mostrar o seu valor (o seu primeiro EP “The Death Car“) e a preparar o segundo. Eu gostei mas não creio que seja o futuro.

16Bit – In The Death Car (Vocal Mix)

Mr Oizo – Flat Beat (16bit Remix)

16Bit Kissy-Sell-Out Mix

Fran

10 Responses to “16Bit”


  1. 3 deviant June 6, 2009 at 6:48 pm

    O futuro do hip-hop devia ser o dubstep/grime sem duvida alguma.

  2. 5 do the home work please! June 10, 2009 at 4:11 am

    Eu cá acho que deviamos ler e ouvir mais sobre a materia e independentemente de gostarmos ou não fazer um post que represente de alguma forma melhor o tema e não postar sobre o 16Bit que não é ninguem no dubstep nem representa de qualquer forma a scene no dubstep.

    “Eu cá acho que pior do que não conhecer o segmento-alvo e, consequentemente, o mercado-alvo é tentar influenciá-lo a todo o custo.”

    Isto é outra coisa…e tenho muita pena que não conheças outra coisa sem ser o hype portugues e 3 ou 4 blogs, isso é outra falha neste post. Mas se olhares um bocadinho lá para fora e fores ver labels como a Mad Decent (de Crookers, Diplo etc…), ou toda a ENORME scene de dubstep que vês em Londres e a grande influência que está a ter em outros estilos de musica, talvez reconsiderasses que o segmento-alvo e consequentemente, o mercado-alvo é muito maior do que tu pensas e talvez se ninguem trouxer essa influência de algum lado vamos passar a vida a ouvir Warps e Cornelius em todo o lado e não passamos daí. Marketing agressivo pode ser mau, mas em portugal não há disso em relação ao dubstep por isso n estou a ver onde vais buscar essa do influenciar a todo o custo, mas ok…

    Se é o futuro ? Sim é na forma como está a influenciar outros estilos de musica e da forma como após tantos anos surge um estilo de musica bem diferente dos outros todos. Sé é mais do que um genre ? Não. Se “futuro” pode ser interpretado como “diferente”. Sim. Se tens cultura suficiente na matéria para fazer um post destes ? Pelos vistos não.

    Mas keep up nesses posts com uma pesquisa intensa e com um conteúdo excelente que não tenta de qualquer forma “influenciar a todo o custo o publico alvo”.

    Isto dos blogs é bueda giro, pk gostamos todos de falar, mas se este blog tem algum intuito vamos la fazer posts que valham a para se subir um bocadinho as visitas sim ?

  3. 6 pachec0 June 10, 2009 at 11:42 am

    Caríssimo anónimo,

    Apesar de não ter sido eu a fazer o post, há coisas às quais posso eu responder.
    O teu primeiro parágrafo parte de um pressuposto errado, que diz que “independentemente” do gosto que a pessoa tem pelo assunto, deve falar do melhor que há. Errado. Nós falamos daquilo que achamos piada, mesmo que seja o mais “reles” de um determinado estilo.. provavelmente é porque se distancia do mesmo e daí termos uma maior afinidade (será uma hipótese).

    Quanto à questão do segmento alvo, foi claramente uma piada ao facto de ele estar a estudar marketing (o que ele refere logo a seguir) e não uma tentativa de modificar ou modelar opiniões. Somos um blog com um único propósito de mostrar música que consideramos boa, não estamos aqui para dar lições e tutoriais, apenas para dar opiniões (ninguém precisa de ouvir mais do que duas músicas de dubstep para perceber se gosta ou não)

    Não te censuro obviamente pela crítica, a qual eu achei construtiva para todos os efeitos, mas de facto não temos sido o blog (se nos tens acompanhado) da “Cornelius ou da Warp”, até porque temos uma vertente indie-rock, como tal será normal que apenas cheiremos alguns dos estilos.

    O Dubstep, para mim (uma opiniao absolutamente parcial) é uma seca, é demasiado parado. Passar de crunk/booty para isto é uma regressão, mas não duvido que haja imensas pessoas (provavelmente a maioria) que pensa de uma forma diferente.

    Agradeço a crítica e espero que isto faça algum sentido para ti!

    Make

  4. 7 Fran June 10, 2009 at 1:07 pm

    Não me apetecia nada estar a responder ao anónimo, ainda para mais o Pacheco disse praticamente tudo… Mas como quem cala consente, aqui vai (ainda meio ensonado)🙂

    Caro anónimo, devo informá-lo que tem toda a razão quando diz que antes de escrever sobre algo “devíamos ler mais e ouvir mais sobre a matéria”. Isso é muito bonito mas numa empresa real, formal e profissional ou que esteja cotada na Bolsa. Nem os Media o fazem antes de criarem uma notícia, quanto mais num blog onde os escritores são meros jovens estudantes e que escrevem sobre o que mais gostam (realmente), a música, com o intuito de dar a conhecer ao mundo alheio (maioritariamente os seus amigos) novas bandas (assim como o Pacheco disse acima).

    “Mas keep up nesses posts com uma pesquisa intensa e com um conteúdo excelente que não tenta de qualquer forma “influenciar a todo o custo o publico alvo”.” Se te ofendi com o meu post, peço imensa desculpa… Foi mesmo sem intenção (whatever).

    “Isto dos blogs é bueda giro, pk gostamos todos de falar, mas se este blog tem algum intuito vamos la fazer posts que valham a para se subir um bocadinho as visitas sim ?” O intuito do blog está explicado… Agora te digo uma coisa, não o fazemos para subir visitas… Isso vem consequentemente mas não é o nosso objectivo de todo.

    Obrigado por visitares o nosso blog, por nos leres e criticá-lo também. É a escrever, a falar e a saber ouvir que evoluí-mos. Só temos a ganhar com isso quando a coisa não parte para a estupidez🙂

    Os melhores cumprimentos,
    Fran

  5. 8 do the home work please! June 10, 2009 at 6:52 pm

    “Passar de crunk/booty para isto é uma regressão, mas não duvido que haja imensas pessoas (provavelmente a maioria) que pensa de uma forma diferente.”

    Passar de fidget para isto é uma regressão ? LOL amigo mas quem é q anda a passar de fidget para dubstep ? os produtores de fidget continuam a produzir fidget tal como os de dubstep mto provavelmente nunca vão produzir fidget, 2 scenes completamente diferentes que nunca se cruzaram nem imagino que produtores de dubstep assim o queiram.

    “até porque temos uma vertente indie-rock, como tal será normal que apenas cheiremos alguns dos estilos.”

    Falem sobre os que sabem, já vi aqui posts muito bons, quando realmente sabem do que estão a falar, quando é para falar á toa e sem background nenhum acho q é melhor não falar at all. Mesmo que não gostem (logo não achem piada como referiste em cima) falar com algum background só vos fica bem.

    “O intuito do blog está explicado…”

    Se realmente o blog é uma total discrepância na qualidade dos posts/writers, realmente está mais do que explicado. Mas whatever. Talvez um dia arranjem credenciais para cobrir bons eventos e pensem 2 x’s antes de fazer um post destes.

    Big up para todos os bons posts e writers que já vi por aqui🙂 Mas este aqui….geeez

  6. 9 dxbed June 10, 2009 at 10:40 pm

    Bem o objectivo do blogue é criar algum tipo de opinião, partilhá-la e ter feedback.
    Eu vejo a crítica sempre com bons olhos e no fundo até concordo com algumas coisas que aqui foram ditas, ou melhor, com quase tudo.
    Com a ideia de futuro acho que o Fran quis apenas associá-la ao conceito de next big thing.
    Com a ideia de “regressão” o Make procurou dizer que, em termos de hype, o que começa a aparecer não lhe agrada.
    E depois concordo com o anónimo (que não devia nada ser anónimo). Dubstep e fidget são duas coisas diferentes e temos de ter cuidado ao usar certas expressões.
    Não pode haver a ideia de que o Dudstep substitui o Fidget House/Booty/Crunk/Ghetto/Whatever e que estes últimos substituíram o electro ‘maximal’ (odeio a expressão) e as distorções dos bangers de 2006.
    São estilos de música electrónica que correm em paralelo há algum tempo e que vão surgindo tipo filhos pródigos de outros estilos mais ‘gerais’ como o house ou o techno.
    Não há motivos para confusões. O Dubstep pode ser o next hype, mas não substitui nada. Os produtores como Crookers ou Diplo vão continuar a fazer o que bem lhes apetecer e os Sebastians da vida também.
    As pessoas precisam de modas, precisam de sentir que o que têm em mãos é novo, mais exclusivo e com qualidade.
    Quando ouvi pela primeira vez Ed Banger fiquei maluco. Era novidade, era um êxtase, era (ou era-me) desconhecido. De um momento para o outro as uffies e os busy p’s estavam a ser silenciados por uns italianos que decidiram pegar no Kid Cudi, em house e em influências mais ghetto e fazer um hit que duraria (durará) anos.
    Isto foi há um ano e meio. Desde aí o meio ‘bloguista’ continua á procura do next big artist e não o encontrou, ou encontrou vários. Os géneros foram-se espalhando e influenciando mutuamente até se sentir que deixou de haver um movimento coeso e concreto.
    Há uns quantos meses os Bloody Beetroots (que andam nisto há anos e são excelentes produtores) decidem ‘make a statement’: este género de música é para ser vendido. Fazem a Warp e a distorção chega aos putos que estão a crescer e que também querem coisas novas, mas que dêem menos trabalho e estejam ali logo à mão.
    Da Mega FM à Oxigénio as rádios pegam na Day’n’Nite – que entretanto já foi remasterizada por uma grande produtora e quase dois anos depois de ser conhecida lá fora – começam a dizer que é novidade. Daí é só um passo para que isto se torne cansativo e vá para o baú.
    Mas isto é um ciclo! Nada morre, tudo se reaproveita e reconstrui. Quem ama electro que não julgue que foram os Fisherspooner que o inventaram em 2001. Quem sente saudades daquilo a que uns chatos decidiram chamar New Rave, que não julgue não vão aparecer uns novos Klaxons por aí.
    O melhor da música é isto: tem capacidade de nos surpreender… Sempre. Por agora o que sinto é que não há uma voz – um movimento – que se destaque da multidão.
    É aqui que, na minha opinião, entra o Dubstep. No meio das cinzas desta confusão toda chega um movimento que está longe de ser novo é redescoberto.
    Uns produtores fazem uma salada com wobbles e distorções, outros cingem-se aos princípios básicos do género. Não sou fan. Mas reconheço que é saudável.
    Quando à história dos writers. É verdade que somos vários e é notório que há dias com maior ou menor inspiração. Mas é preciso não esquecer que este é um blogue de amigos, também.
    Gostamos que quem tenha uma mínima paixão pela música também contribua de alguma forma. E embora não esqueçamos nunca princípios básicos da escrita, não queremos seguir a 100% regras editoriais ou que lhe queiras chamar.
    Com esta conversa toda não me quero esquecer do mais importante: pareceu-me que te interessas pelo assunto e que podes perceber da coisa. Por que não escrever para nós?

  7. 10 pachec0 June 11, 2009 at 1:18 am

    “Passar de fidget para isto é uma regressão ? LOL amigo mas quem é q anda a passar de fidget para dubstep ? os produtores de fidget continuam a produzir fidget tal como os de dubstep mto provavelmente nunca vão produzir fidget, 2 scenes completamente diferentes que nunca se cruzaram nem imagino que produtores de dubstep assim o queiram.”

    Desculpa,tens razão e o Mike acabou por explicar exactamente o que eu queria dizer: Ninguém substitui ninguém em termos práticos, estava-me somente a referir ao “hype”.. O que eu queria mesmo dizer é que eu gosto de fidget (eu chamo-lhe crunk ou booty, mas isso é indiferente!) e este tipo de som teve o seu hype e continua em paralelo. Agora o hype é o dubstep (se conheces blogs basta veres que o pelski so’ fala disso) e eu acho que em termos de hype é uma regressão (e apenas nesse aspecto!). Com isto nao quero pôr de parte o dubstep, porque não quero estar a ouvir um set em que é edbanger atrás de edbanger (no sentido lato da palavra), não me importava de ouvir o som que o Jakwob fez da Ellie Goulding (que ficou em 2º na Grindin’, só demonstra o hype “ENORME” que tu falaste e com razão).

    “Falem sobre os que sabem, já vi aqui posts muito bons, quando realmente sabem do que estão a falar, quando é para falar á toa e sem background nenhum acho q é melhor não falar at all. Mesmo que não gostem (logo não achem piada como referiste em cima) falar com algum background só vos fica bem”

    Tens razão em parte, porque de facto só se deve falar do que sabemos, mas só se sabe falando disso mesmo! Nós no blog, ao contrário de muitos outros, temos a tendência de postar apenas o que nos enche as medidas (daí o blog ser claramente opinioso!) e muitas vezes gostamos de uma coisa e não lhe conhecemos o background… Concordo contigo que se é para criticar, tem de se ter background, mas tudo isto vem de um post que não está a criticar o artista nem mesmo o estilo. Está pura e simplesmente a dizer que não sente que este seja o futuro, da forma menos pretensiosa possível!

    Bom, como o Mike já referiu, pareces-me uma pessoa informada e conhecedora de música… Porque não postar connosco?

    Abraço

    Make


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